Saia

Peça de vestuário feminino, que se ajusta da cintura para baixo sem envolver as pernas em separado, e que pode ser ou não independente.

A saia é uma das peças mais usadas desde a antiguidade. Seja para compor um look sexy ou elegante, elas ganharam diferentes cortes e comprimentos com o passar das décadas - evasê, balonê, godê, rodada, mini,curta, midi ou longa.

A saia evasê é um tipo de modelagem que se alarga na base, que se assemelha a um cone. Este modelo evasê, se caracteriza por ter seu formato em linha “A” e por ser mais fluida, além de aliada a delinear o corpo, pois não criam volumes indesejados.

A saia godê é um clássico da moda, depois de séculos usando apenas vestidos, as mulheres começaram a renovar seus guarda roupas, e surgiram então as saias, em vários estilos e modelagens. Popularizada por Christian Dior, nos anos 50, o modelo godê é caracterizado por se tratar de uma saia bem rodada, com cintura alta, que, à época, tinha o comprimento na altura da panturrilha, e costumava ser usado com várias anáguas, para aumentar o volume ainda mais.

É uma saia muito volumosa e, como tal, favorece muito as silhuetas mais estreitas. Também disfarça os quadris mais largos, pois, ao marcar bem a cintura, a peça se apresenta solta no caimento.

A saia de modelagem balonê é um modelo controverso dos anos 80 que vestiu muitas celebridades, como a cantora Madonna, por diversas vezes. Quem nasceu nos anos 80, provavelmente usou a saia baloné na infância. Os novos modelos da peça estão surgindo de forma mais assimétrica. Além disso, as novas saias baloné também são mais curtas do que as que fizeram sucesso nos anos 80. Um dos maiores segredos para não ficar parecendo literalmente um balão é equilibrar o restante do look com peças mais justas e delicadas.

A Minissaia nascei nos anos 60, era símbolo fashion da "Swinging London",  a efervescência cultural e o modernismo de costumes que surgiu em Londres, considerada a capital da cultura pop e da moda, e seguiu para o mundo inteiro. Assim como o feminismo atual, a revolução feminista da década de 1960 deu a mulher um sentido de liberdade de seu corpo, principalmente sexual. Quem aderiu ao modelo foram as garotas mais jovens, que não queriam mais depender de uma saia que restringia movimentos e buscavam por uma peça fácil de vestir e que dava liberdade de movimento.

A estilista britânica Mary Quant popularizou o uso da peça, o modelo fez tanto sucesso que em poucos anos ela abriu muitas filiais espalhadas pelo mundo.

A saia midi tem rompido barreiras ao longo dos anos. Criada em 1947 por Christian Dior, o comprimento começou a aparecer por volta de 1920, subindo aos poucos para facilitar a vida das mulheres que então ingressavam no mercado de trabalho. Em 1927 a juventude e o período pós 1ª Guerra Mundial conquistaram o corte na altura logo abaixo do joelho.

A peça se tornou ícone dos anos 50, trazendo glamour, luxo, elegância e sofisticação a moda. Ela foi responsável por fazer a moda francesa brilhar novamente em um período de readaptação e sobriedade causados pelo longo período de guerra, onde as roupas eram extremamente simples e minimalistas.

A Saia longa se tornou popular nos anos 70 com a moda hippie, com o lema da década era “Faça o amor, não a guerra” também acabou sendo influenciadas pela moda, túnicas, micros e maxi saias eram peças fundamentais no vestuário feminino.  Outra grande influência da moda são as peças feitas a mão como as saias de tencel com a famosa pintura tie-dye que faz sucesso até hoje e as túnicas de patchwork

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